quarta-feira, 25 de maio de 2016

PRESIDENTE MICHEL TEMER ADVERTE A BANDALHA DO PT: "MEXER COM A FAMÍLIA É INADMISSÍVEL"...


Os jagunços do PT do Lula tentando invadir a residência do Presidente Michel Temer. De madrugada a PM entrou em ação varrendo do local esses marginais. 
Aluízio Amorim

Durante discurso de anúncio das medidas econômicas aos líderes partidários no Palácio do Planalto nesta terça-feira, 24, o presidente em exercício, Michel Temer, demonstrou indignação com os protestos feitos na porta de sua casa, em São Paulo, que teriam deixado assustados e com medo sua mulher, Marcela, e seu filho, Michel, de sete anos. 
Segundo assessores do presidente em exercício, ele está particularmente irritado com o que ocorreu porque "mexer com a família, é inadmissível". "Quer fazer protesto, vem aqui para a porta do Jaburu (residência oficial de Temer) e não para a porta da minha casa, onde está minha família. Isso não é possível", disse Temer a auxiliares, ao ser informado pela mulher, que lhe telefonou nervosa, com receio de que os manifestantes pudessem invadir a residência. No fim de semana, por exemplo, o presidente em exercício acabou antecipando sua volta para Brasília e trouxe junto a mulher e o filho. 
"Temos sido vítimas de agressões", chegou a lembrar o presidente em exercício, acrescentando que "aqueles que quiserem esbravejar, façam-no quando quiser, mas pela via legal e democrática". Em seguida, Temer defendeu a "pacificação do País" e reagiu às acusações de que seu governo seja fraco porque recuou em algumas decisões. "As pessoas têm mania de achar que quem está no governo não pode voltar atrás. Nós somos como JK(ex-presidente Juscelino Kubitschek). Nós não temos compromisso com o equívoco. Se houver um equívoco, nós reveremos", declarou. 
"Já ouvi dizer que Temer está muito frágil, coitadinho, que não sabe governar. Conversa!", disse, alterando o tom de voz e batendo com força na mesa com a mão. "Eu fui secretário de Segurança em São Paulo por duas vezes e tratava com bandidos. Eu sei o que fazer no governo e saberei conduzir", desabafou. E reiterou: "se entender que houve um equívoco na fala, na condução, eu reverei posição. Não tem essa coisa de que eu errei, não aceito mudar. Se eu fizer, consertá-lo-ei". 

MEU COMENTÁRIO: Reparem agora na sequência o que os alegres rapazes e raparigas alinhados ao jornalismo de encomenda fazem. Esquecem o essencial para fixar-se numa frase do Presidente Temer, quando se referiu aos bandidos que teve que lidar quando foi Secretário de Segurança em São Paulo. E o ministro da secretaria de Governo, Geddel Veira Lima, foi gentil com esses serviçais da bandalha do PT. Queriam encontrar chifres em cabeça de burro. Eu conheço de perto essa gente já que exerço o jornalismo há 45 anos. Se eu fosse o Geddel diria: ‘os bandidos são vocês da grande mídia’. Sim, porque todos esses áulicos do PT travestidos de jornalistas são chorumes de esgoto. São eles os responsáveis diretos por ter adulado Lula e seus sequazes durante mais de uma década, escamoteando sempre a verdade dos fatos que, afinal, apareceu. Mas mesmo ante as terríveis evidências eles continuam tentando distorcer os fatos, promover a intriga e achar um gancho para sair correndo ouvir o Lula e seus asseclas. ISSO NÃO É JORNALISMO, ISSO É MILITÂNCIA COMUNISTA. E continuam a fazê-lo boicotando todos os dias qualquer ação do Governo Temer. O mais incrível de tudo isso é que os agressores são liderados pelo colunista da Folha de S. Paulo, Guilherme Boulos. 

Após a fala do presidente em exercício, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, foi questionado durante a coletiva de imprensa sobre o que Temer queria dizer quando citou que já tinha sido secretário de Segurança e "tratava com bandidos". "À fala do presidente não cabe ilação, ele falou dentro de um contexto. É um homem que já foi secretário de Segurança Pública. Enfrentou problema com bandidos, o que é próprio da área de Segurança Pública. Ele tem estofo para aguentar qualquer tipo de pressão. Foi um homem que, com diálogo e firmeza, sem violência ou arroubo, soube enfrentar violência desse porte. Está preparado para enfrentar pressões que o cargo da Presidência impõe", afirmou Geddel, ao ser questionado sobre que tipo de bandido Temer se referia se "da rua ou políticos". 
DIÁLOGO. No discurso aos líderes partidários, Temer avisou que "este é o governo do diálogo" e por isso, antes de anunciar as medidas econômicas ou encaminhá-las ao Congresso, fez questão de chamar os parlamentares ao Palácio do Planalto para lhes informar sobre as propostas e, segundo ele, repetirá este gesto sempre. Temer pediu também pressa na aprovação das medidas. "Temos de trabalhar dobrado", disse, após lembrar sua condição de interino e salientar que está há 12 dias no governo, mas jornais e revistas tratam como se já houvesse dois anos. 
Temer refutou ainda "àqueles que pretendem dizer que houve rompimento, ruptura da Constituição". "Isso não aconteceu. Nossas instituições estão funcionando e eu sou uma consequência da Constituição. O vice-presidente é uma consequência do texto constitucional", afirmou. 
LAVA JATO. Um dia depois a saída de Romero Jucá do Ministério do Planejamento, abatido pela divulgação das gravações de conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado nas quais falam de um suposto pacto do governo para estancar as investigações da Operação Lava Jato, o presidente em exercício defendeu a "moral pública" e avisou que "não está em busca de eliminar qualquer investigação apuratória". 
Sob pressão da oposição, o presidente em exercício enfatizou em sua fala, sem citar diretamente a Lava Jato, que o seu governo não vai impedir as investigações. "Por mais que digam que há um esquema para impedir as investigações, o governo vai sempre incentivá-las. Não queremos isso, não(barrar as investigações). Ninguém quer", assegurou Temer. 
O presidente em exercício citou artigo da Constituição Nacional que trata do princípio da moralidade para mostrar o compromisso com a operação. Segundo Temer, "não dá para silenciar" em relação às afirmações de que o governo quer impedir as investigações. 
Ele prosseguiu salientando que, à frente da Presidência, quer cumprir a missão de ajudar a tirar o País da crise. Mas ponderou que isso não ocorrerá em "12 dias, dois meses, três meses". "Vamos levar tempo", afirmou. 
Temer disse também que considerará a sua missão cumprida se conseguir entregar, em 2018, "um país com eleições tranquilas". Por isso, ele insistiu na tese da necessidade de "pacificação nacional". "Precisamos pacificar o País. Não podemos ficar nessa situação", afirmou. Matéria do site do Estadão.

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